
Caí em mim,(finalmente) quantos livros de auto-ajuda li e reli, quantos filmes com histórias extemamentes comoventes, que quase sempre os recomendavam a outras pessoas. Quanta coisa imposta pela minha maneira de emocionar-se com o fictício, com a utopia, ah!, e como era bom, e ainda é, faz um bem geral para o crescimento tão esperado "o de aprender a ser gente".
Mas o que quero destacar por meio dessas palavras, foi a maneira como me comportei em um dia tão comum, como qualquer outro existente em minha rotina.
Paradigmas sobre como se deve ser diante do mundo,esse que gira com tal agilidade, como a de um menino jogando pelada e louco para fazer um golaço, se vão em questões de segundos, quando se tem em mente o que eu, por um momento tive e espero que ande comigo a léguas e léguas.
O que aconteceu afinal?
Num dia belo, calmo e rotineiro sentado em um balanço e rodeada por crianças, (eu diria outro nome á elas, anjos seria o mais apropriado), pude sentir de verdade o vento a soprar em minha face, uns grãozinhos de areia surgindo em meu rosto e os risos incontáveis fazendo um som magnifíco aos meus ouvidos, foi ai, que pude engolir a alegria de ser e estar ali, naquele instante, daquela maneira com aqueles seres celestiais, não sei porque (ou talvez tenha a ceretza do porque)aquela emoção se apoderou de minh'alma, senti, toquei e pude ser tocada pelo que chamamos de fé.
Á partir daquele momento,tratei de prestar mais atenção em tais complexidades e levezas que o simples traz a vida, o terno sentimento de gratidão partindo de mim para Deus, para a fé, a astúcia em acreditar que eu posso prevalecer em meio aos caos sem que ele me atinja, posso beber da água mais pura e cristalina que não se acha nem mesmo na melhor mina existente nesse mundo, pois só se bebe, quando se sente o simples, se aspira o singelo ar de gentileza em que vemos e professamos nos pequenos gestos existentes na mais ampla forma de olhar as coisas que Deus criou,e que nos proporciona a cada segundo,e a cada milésimo de centésimo com um total zelo e cuidado, que não se deve nem por decreto descuidar-mos de cada um deles...
Jacque.


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